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(Português) Numa noite estival, Alter do Chão recebe o “Triunfo da Primavera”: momentos cimeiros da Canção Europeia, com Carla Caramujo e Lígia Madeira

(Português) Numa noite estival, Alter do Chão recebe o “Triunfo da Primavera”: momentos cimeiros da Canção Europeia, com Carla Caramujo e Lígia Madeira

Leider ist der Eintrag nur auf Europäisches Portugiesisch verfügbar.Numa noite estival, Alter do Chão recebe o “Triunfo da Primavera”: momentos cimeiros da Canção Europeia, com Carla Caramujo e Lígia Madeira Cineteatro de Alter do Chão acolhe recital da soprano Carla Caramujo e da pianista Lígia Madeira: “O Triunfo da Primavera: Canções de Debussy, Poulenc, Fragoso, Lacerda, Schubert e Wolf”. Visita à “Identidade e Património: A Vila e a Freguesia de Seda”, referências históricas do Alto Alentejo. “Economia, Sociedade e Biodiversidade: O Mel”, tema para uma acção em torno de um produto que é marca de sustentabilidade ambiental. 23/06/2022 - Transposta no calendário a fronteira do solstício estival, momento para celebrar o Verão, os campos alentejanos oferecem agora um cenário dourado, herdeiro do viço que a Primavera ali deixou. Em Alter do Chão, a 2 de Julho (21h30), o Cineteatro será o palco de mais um fim-de-semana sob os auspícios do Festival Terras sem Sombra (FTSS), em parceria com o Município local. O sexto momento da sua 18.ª temporada vai contar com um recital que visita obras de compositores portugueses, franceses e austríacos, num verdadeiro fresco musical à estação dos recomeços e da esperança. “O Triunfo da Primavera: Canções de Debussy, Poulenc, Fragoso, Lacerda, Schubert e Wolf” reúne, num programa excepcional, duas artistas de referência, Carla Caramujo e Lígia Madeira. Esta noite, em Alter do Chão, será um momento mágico para enveredar diferentes geografias musicais, com o denominador comum europeu, num fio musical que levará o público do século XIX ao período contemporâneo. Este projecto envolve cerca de centena e meia de alunos do agrupamento escolar de Alter do Chão que, acompanhados pelos respectivos professores, interagiram de perto com as artistas na preparação do concerto. Um trabalho de formação de novos públicos para a música erudita, interagindo de perto com as famílias, e cujos resultados vão ser dados a conhecer na mesma ocasião, através da iniciativa “Terras sem Sombra Kids”, do FTSS, numa exposição no Cineteatro de Alter. Carla Caramujo é uma das mais aclamadas sopranos portuguesas da actualidade, tendo vencido, entre outros certames, os seguintes: Concurso Nacional Luísa Todi, Musikförderpreis der Hans-Sachs-Loge (Nuremberga), Dewar Awards, Chevron Excellence e Ye Cronies Awards (Reino Unido). É diplomada pela Guildhall School of Music and Drama (Londres) e pelo Royal Conservatoire of Scotland (Glasgow). Tem realizado um brilhante percurso operático, brilhando em palcos da Europa, da América e da Ásia. Lígia Madeira, também distinguida em concursos de música nacionais e internacionais, actuou, na qualidade de solista, com a Orquestra Sinfónica da ESMAE, a Orquestra Sinfónica do Porto e o Coro da Casa da Música. Apresenta-se regularmente a solo ou em dispositivos de Música de Câmara. É professora de Piano no Conservatório de Música do Porto.   Identidade e Património Noutro horizonte temático, igualmente apegado aos valores culturais, a actividade que antecede o grande recital de sábado vai deter-se no tema “Identidade e Património: A Vila e a Freguesia de Seda”. Com ponto de encontro em Alter, neste mesmo sábado, na Casa do Álamo (15h00), belíssimo exemplar de uma antiga casa senhorial, os participantes serão convidados a conhecerem um território privilegiado do concelho, cujo povoamento ascende a épocas pré-romanas, testemunhado pelas antas ali identificadas. A presença romana na região, por seu turno, mantém-se intacta à passagem do tempo e das águas, como é o exemplo da ponte de Vila Formosa, ainda hoje em uso, a mais notável do Sul de Portugal. Do rico património local de Seda fazem parte, além de importantes monumentos religiosos, militares e civis, um acervo de tradições orais dignas de muita atenção e uma doçaria notável a vários títulos. A actividade sob o tema “Economia, Sociedade e Biodiversidade: O Mel”, proporá uma visita a um dos produtores do concelho, uma empresa de cariz familiar que se formou a partir do sonho de João Ferreira, nascido na Aldeia de Cunheira, e abarcou as duas filhas, Ana e Maria João. Em resposta à massificação da indústria moderna, João Ferreira decidiu regressar à sua terra. Aos 60 anos, realizou nada menos do que três cursos técnicos no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa; inscreveu-se na Associação de Apicultores de Portalegre; chamou a família; e recuperou as centenárias oliveiras da propriedade e o método tradicional de produção de mel. Um caso de sucesso que ajuda a combater a desertificação do interior e pode servir de orientação a outros empreendedores.
23 von Juni
(Português) Município de Vila Viçosa Assinala Dia Internacional dos Arquivos

(Português) Município de Vila Viçosa Assinala Dia Internacional dos Arquivos

Leider ist der Eintrag nur auf Europäisches Portugiesisch verfügbar.A BIBLIOTECA E O ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA VIÇOSA: MEMÓRIAS E NOVAS FORMAS  DE INTERACÇÃO COM A SOCIEDADE   Como considerações iniciais, importa nesta indagação não esquecer que os arquivos e as bibliotecas são um pilar fundamental na construção de uma sociedade que privilegia o acesso à informação, ao conhecimento e à salvaguarda da memória colectiva. Por isso, estamos conscientes de que é necessário tornar o conhecimento visível, acessível e apropriável, através de uma estrutura humana qualificada, de um espaço adequado e de uma catalogação e um tratamento arquivístico digital, sendo estes os seus principais objectivos. A propósito da origem da Biblioteca Municipal de Vila Viçosa, cabe recordar, embora  com anotações dispersas e apressadas, que  a mesma tem a sua génese embrionária numa doação feita pelo tenente-coronel Cristóvão Avelino Dias, comandante do Regimento de Cavalaria N.º 2, à época aquartelado em Vila Viçosa. Por disposição de Avelino Dias, as obras ficaram à guarda dos monges do Convento dos Agostinhos, para usufruto da população. Com a extinção das ordens religiosas, em 1839, os livros seguiram para Évora. Nesta perspectiva, a Biblioteca Municipal de Vila Viçosa, só veio a ser constituída em 1842, com um catálogo elaborado por Fr. João Ignacio Moreira.  E quando lembramos a Biblioteca Municipal é justo não esquecer que, no ano de 2022, se assinalam os cento e oitenta anos da sua criação. Em 1889, o Padre Joaquim José da Rocha Espanca, elaborou um novo catálogo da Biblioteca, que dava conta de mais de 3 000 volumes impressos. Por seu lado, o Arquivo Histórico Municipal de Vila Viçosa, constituído por Fundos da Câmara Municipal de Vila Viçosa e da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, foi organizado e inventariado na década de 80 do século XX. A tipologia de classificação adoptada segue a ordem alfabética das séries documentais, cuja maioria do acervo arquivístico se encontra em suporte de papel, existindo, contudo, alguns documentos que têm como material de base o pergaminho, enquadrados num período cronológico que medeia entre o século XV-XX. Este Arquivo inclui actualmente documentação resultante não só da actividade directa dos órgãos Municipais, como também da variedade de fundos documentais de natureza diversa. Nele se reúne: o Fundo da Câmara Municipal (de 1494 até ao séc. XX); o Fundo da Administração do Concelho (1836 até ao séc. XX); está lá, também, o Fundo da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa (1495 a 1937); o fundo de monografias antigas (impressos do séc. XV ao séc. XVIII e dos séculos XIX e XX; a isto há que juntar o fundo local (que inclui códices e outros documentos relacionados com Vila Viçosa). De entre o património arquivístico, merecem destaque, pela sua importância nacional, dez títulos que são considerados Bens Arquivísticos de Valor Excecional. Destacam-se, para além dos Livros de Posturas e Vereações, entre outros, a Carta de Foral de 1512, em pergaminho; os Tombos dos Bens do Concelho, num conjunto de 8 livros que vão de 1650 a 1856; e uma Carta de Venda, em pergaminho, datada de 1494, que, no seu conjunto, particularizam o seu vasto espólio. Por isso, consideramos a Biblioteca e o Arquivo Municipal de Vila Viçosa uma estrutura essencial do património da Câmara Municipal de Vila Viçosa, constituindo uma componente relevante do processo que permite materializar a visão social e cultural que temos do papel das bibliotecas e dos arquivos, sobretudo no que concerne ao importante labor que configuram em benefício da cultura, do conhecimento e da  cidadania. Atenta aos sinais dos tempos que vivemos, e aos desígnios que se esboçam para o futuro, não apenas no âmbito das bibliotecas e dos arquivos, mas também da sociedade, a Câmara Municipal de Vila Viçosa impulsiona um novo ciclo na vida da Biblioteca/Arquivo Municipal. Na verdade, hoje a autarquia concentra os seus esforços no estabelecimento de uma metodologia de tratamento arquivístico, de catalogação e de digitalização dos fundos documentais, que contribuam para  alcançar um melhor desenvolvimento do arquivo, que superlative a sua ação e que permita o acesso coletivo a este notável acervo, tendo em vista um modelo que permita empoderar e aumentar a sua visibilidade e tornar acessível e útil o serviço da pesquisa ao público em geral. Naturalmente que ao longo dos próximos anos novos materiais poderão ser disponibilizados para pesquisa. Trata-se, pois, de uma mudança substancial, de peso, que representa para este espaço um plano distinto, que é também uma superação, face à situação anterior, permitindo, agora, colmatar lacunas de espaço, conservação, funcionamento e organização. Demais,  importa, igualmente,  situar este projecto na esfera das relações e das sinergias  com distintas instituições que têm experiência, capacidade e competência em  matéria de bibliotecas e de arquivos, de forma a participar activamente num debate que não é meramente municipal, mas sim centrado na colaboração institucional,  incluindo, naturalmente, as relações com instituições congéneres. Mas é também o Dia Internacional dos Arquivos que recordamos hoje, e no qual se integra esta memória bibliotecária e arquivística, começando por lembrar que não é por acaso que esta problemática inspira projectos de arquivo a municípios, instituições, entidades, organismos, nacionais e internacionais, e fundações, entre outras, e que se traduz na preservação da memória histórica e cultural. E não é com certeza por acaso que em 2008, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), tomou a decisão de propor a criação do Dia Internacional dos Arquivos, que pretende promover a importância dos arquivos como património cultural e também como uma das principais fontes de informação, com reflexos positivos para o desenvolvimento científico, cultural, político, económico e social. Enfim, tudo isto, constitui um entrelaçado de argumentos e de motivações e um forte alento para continuar e redobrar os nossos esforços em torno da capacitação da Biblioteca/Arquivo Municipal de Vila Viçosa.
9 von Juni
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